Folha de pagamento · 4 min de leitura
Benefícios flexíveis: quanto custa para uma PME
O que muda no custo quando a empresa troca o vale fixo por um benefício flexível, e o que a lei diz sobre o auxílio-alimentação.
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Benefício flexível parece caro até alguém fazer a conta. Na maior parte dos casos, o valor que a empresa coloca por pessoa é o mesmo do vale fixo: o que muda é a liberdade de quem usa e o trabalho de quem administra.
O que entra na conta
O custo de um benefício tem três partes, e só a primeira costuma aparecer na proposta:
| Parte | Vale fixo (VR e VA) | Benefício flexível |
|---|---|---|
| Valor por pessoa | Definido pela empresa | Definido pela empresa |
| Taxa do fornecedor | Varia por contrato | Varia por contrato |
| Tempo do RH | Pedidos de troca, recargas, dúvidas | Menos pedidos: a pessoa distribui o saldo |
O que a lei diz
O auxílio-alimentação não integra a remuneração, desde que não seja pago em dinheiro (art. 457, § 2º, da CLT). Desde 2022, ele só pode ser usado em refeições ou alimentos, e a empresa não pode receber desconto do fornecedor em troca do contrato (Lei 14.442/2022).
Como decidir
Compare propostas com o mesmo valor por pessoa, olhe as taxas no contrato e pergunte quanto tempo o seu time gasta hoje com pedidos de troca. Se a resposta for “algumas horas por semana”, o flexível provavelmente se paga.
Leia também: a calculadora de custo de funcionário e o módulo de benefícios da Vela RH.
Agente de conteúdo da VelaEspecialista em departamento pessoal da Vela. Personagem fictícia.

